terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

"E"


"E" é um desenho francês, ótimo para sala de aula, que mostra o Absolutismo, mas pode ser utilizado para aulas sobre política, ditadura, alienação das massas pelo Estado, etc.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Bismarck, Otto von

Otto Eduard Leopold von Bismarck, Príncipe Bismarck-Schönhausen, foi um estadista prussiano, responsável pela unificação alemã. Segundo Bismarck os grandes problemas de sua época não deveriam ser resolvidos com discursos, mas a “ferro e sangue”.

Nascido no dia 1º de abril de 1815, em Schönhausen, Prússia, pertencia a uma família da nobreza rural local (Junker). Estudou direito nas universidades de Göttingen e Berlim, formando-se em 1835. Bismarck serviu no exército como tenente da guarda, mais tarde voltou-se para cuidar das propriedades de sua família. Em 1847 foi eleito para a Dieta prussiana. Seus discursos no parlamento (Reichstag), em 1849, chamaram a atenção do Rei Frederico Guilherme IV. Destacou-se pela arrogância, atitudes provocadoras e desdém pela opinião pública. Para os liberais era a encarnação do espírito medieval, o representante da reação e porta-voz do absolutismo. Para os Junkers, apresentava-se como eficiente defensor dos interesses da classe. Bismarck fez planos sobre o futuro Império Alemão (I Reich) enquanto ocupava o cargo de representante da Prússia na Dieta Germânica em Frankfurt, de 1851 a 1859. Foi embaixador de seu país inicialmente junto à corte russa e depois junto à corte francesa. Em 1862 foi chamado de volta à Prússia, para tornar-se primeiro-ministro e secretário de assuntos estrangeiros. A ascensão ao posto de primeiro-ministro foi produto do apoio que lhe prestavam as altas esferas militares prussianas.

Bismarck travou três guerras para unificar os Estados Alemães: contra a Dinamarca, em 1864; a Guerra das Sete Semanas, contra a Áustria, em 1866; e a Guerra Franco-Prussiana, entre 1870 e 1871. Depois da derrota de Napoleão III, o rei da Prússia foi coroado como Guilherme I, Imperador da Alemanha. Bismarck tornou-se chanceler do novo império, cognominado o Chanceler de Ferro.

O sucesso de Bismarck para conseguir a unificação alemã e o poder nacional baseou-se em uma política militar impiedosa e eficiente e uma grande habilidade diplomática. Devotou-se ao estabelecimento de uma rede de tratados com o objetivo de fortificar a posição da Alemanha na Europa.

Criou juntamente com a Áustria e a Itália a Tríplice Aliança, que durou até a Primeira Guerra Mundial. Sentindo que a posição da Alemanha poderia um dia ser ameaçada, assinou um tratado com a Rússia que garantia a neutralidade alemã em caso de um ataque à Rússia. Bismarck considerava a paz com a Rússia um ponto básico de sua política, pois desta forma a Alemanha não precisaria preocupar-se com uma guerra em duas frentes.

Guilherme II tornou-se imperador em 1888, afastando do cargo o chanceler, já idoso, porque tinha inveja de sua fama. Sendo-lhe concedido o título de Duque de Lauenburgo, Bismarck retirou-se para sua propriedade em Friedrichsruh, onde morreu em 30 de julho de 1898.

Fontes

ENCICLOPÉDIA BARSA. Encyclopaedia Britannica Editôres Ltda. Volume 3. Págs. 153 a 155. Rio de janeiro, São Paulo: 1971.

ENCICLOPÉDIA DELTA UNIVERSAL. Editora Delta S.A. Volume 3. Págs. 1310 e 1311. Rio de Janeiro: 1980.

ENCICLOPÉDIA DIDÁTICA DE INFORMAÇÃO E PESQUISA EDUCACIONAL. Livraria Editora Iracema Ltda. 5ª Edição. Volume 2. Pág. 578. São Paulo: 1989.

Por Nilton Cezar Ribeiro.

História das coisas


Este vídeo mostra os problemas sociais e ambientais em conseqüência do consumismo. Vídeo produzido nos USA.

Escravidão Indígena no Brasil


No séc. XVI os indígenas foram utilizados como mão-de-obra escrava no Brasil.

Escravidão Negra no Brasil


O modelo de escravidão no Brasil a partir o séc. XVIII com a escravidão negra.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Rev. 18 do Forte de Copacabana e Rev. Paulista de 1924


Revoltas Tenentistas do 18 do Forte de Copacabana e Paulista de 1924. Documentário acompanhado por uma trilha sonora bem metal.

Coluna Prestes


A Coluna Prestes foi a maior marcha revolucionária do mundo. Os combatentes andaram 25 mil Km conscientizando a população brasileira sobre os males da República Velha. Documentário acompanhado por uma trilha sonora punk.

República Velha


Vídeo didático sobre a República Velha. Entenda o que foi coronelismo, oligarquias, café com leite, política dos governadores, voto de cabresto, etc.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Holocausto Judeu

Ainda no séc. XIX, Theodor Herzl formulou mediante a obra Der Judenstaat (O estado judaico) o Sionismo, que é um conjunto de idéias que culmina num movimento político-direitista de autodeterminação do povo judeu, uma espécie de nacionalismo judaico. Após a 2ª Guerra, o movimento ganhou força se estribando no chamado Holocausto, afirmando que 6 milhões de judeus foram sacrificados em campos de concentração nazistas. A partir daqui, o estado de Israel é criado por resolução da ONU.


O Holocausto é uma interpretação histórica baseada no sionismo e difundida no Ocidente com intuito de demonizar o nazismo. Vejamos alguns pontos para se indagar.

Houve os campos de concentração, há fotos e documentos inclusive dos nazistas. Mas esses campos eram matadouros ou prisões políticas? Se eram matadouros por que tantos judeus sobreviveram? O movimento sionista afirma que foram mortos 6 milhões de judeus, mas não há documentos que comprovem esse número. Pelo contrário, o que há de registro indica que foram mortos mais soviéticos do que judeus, além de ciganos e aliados em geral. Não havia aparato (câmaras de gás, crematório, etc) para matar 6 milhões de pessoas em campos de concentração e nem foram encontrados tantos corpos assim, além de haver evidências forenses de que esse número é exagero. Os campos de concentração eram prisões políticas. Olga Benário Prestes esteve em um campo, aonde deu a luz a sua filha, Anita Prestes, que está viva até hoje.

Sobre as câmaras de gás, há controvérsias sobre tal utilização. Auschwitz, que fica na Polônia, foi analisada pelo técnico americano Fred Leuchter, que concluiu que tal engenharia não era um campo de extermínio por gás. O mesmo engenheiro foi pressionado a mudar tal laudo. Ainda há evidências de que Auschwitz poderia ser um centro de internamento e parte de um complexo manufatureiro de grande escala. Combustível sintético parece ter sido produzido lá e seus prisioneiros foram utilizados como mão-de-obra. Não houve campos de concentração na Alemanha, somente nas cercanias.


Campos de concentração não foram uma invenção nazista. Durante a Guerra dos Bôeres (1899-1902), os britânicos erigiram o que eles chamaram “campos de concentração”. Atrocidades em guerras são fatos comuns a história. Na 2ª Guerra todos os grupos cometeram crimes de guerra, inclusive EUA, URSS e Inglaterra. Porém, o Tribunal de Nuremberg julgou a derrocada, não os vitoriosos. Alguém foi condenado pela bomba atômica? Isso é praticável até hoje. Israel comete diariamente crimes de guerra contra os palestinos.

Fica uma pergunta no ar: os soviéticos foram para os campos de concentração por que eram inimigos de guerra, mas e os judeus? Hitler considerava os judeus uma ameaça direta à segurança nacional. Os judeus eram considerados por muitos alemães como agentes de corrosão da economia e cultura alemãs, afetando a sociedade germânica. Qualquer grupo considerado de risco a segurança nacional, numa época de espionagens, eram enviados para as prisões. Isso não significa que eram mortos, mas as fotos nos revelam que faltava comida e muitos morriam de doenças e pestes, principalmente tifo. Tal não acontecera somente na 2ª Guerra. Falta de comida e medicamentos em guerras é comum e os primeiros a sentir são os prisioneiros.
É verdade que muitos judeus morreram nessas prisões nazistas, mas milhares foram evacuados para a URSS ou imigraram para a América e outras partes do mundo, o que acontece em qualquer guerra. Houve muito mais refugiados do que presos.

O interessante é que não há registro de que Hitler ordenou extermínio em massa. O comandante de Auschwitz, Rudolf Höss, confessou em Tribunal após a Guerra tais extermínios e até detalhes de genocídios. Não obstante, posteriormente, um dos interrogadores admitiu que Höss confessara tudo sob tortura.
O revisionismo ainda sofre perseguição, apesar de ser apenas uma tentativa científica de análise histórica, visto que, a historiografia resulta de interesses maiores, principalmente político e econômico. Há na internet material revisionista e até uma editora brasileira que publica livros no assunto, porém ainda se encara o assunto com preconceito.
A historiografia ocidental tem a necessidade de demonizar os inimigos da vossa política e economia. Fizeram isso com Hitler, mas também com Stalin, Mao-tsé Tung, Fidel Castro, Che Guevara, Saddam Hussein, Mahmoud Ahmadinejad, Hugo Chavez, o EZLN, as FARC, MST, IRA e qualquer grupo ou líder que possa resistir ao imperialismo. Não é apenas a historiografia que encontra resistência na sua análise, mas também o jornalismo, a assistência social, ongs de interesse oposto ao capital, etc são cerceadas constantemente em nome do SISTEMA.
Historiografar é uma arte que vai além do que os poderosos ditam, é uma perícia, uma dialética maiêutica.
Prof. Yuri Almeida

sábado, 19 de dezembro de 2009

Bárbaros


O termo “bárbaro” era usado pelos romanos para todos os povos que falavam uma língua incompreensível, cuja civilização era ainda primitiva, não pertenciam à civilização romana, vivendo além das fronteiras do Império, e se mostravam rebeldes à sua cultura.

Os cinco principais grupos bárbaros eram: os celtas (povos de língua indo-européia, que habitavam principalmente as ilhas Britânicas); os germanos (também indo-europeus que povoavam a Escandinávia e a Germânia); os eslavos (igualmente indo-europeus, estabelecidos nas planícies da Rússia atual); os árabes (povos de língua semita, que ocupavam a Península Arábica); os berberes (povoavam o norte da África) e os tártaro-mongóis (provenientes das estepes da Ásia Central).

No final no séc. IV teve início a grande ofensiva bárbara que quebrou a resistência imperial. Hábeis no manejo de armas, os germanos foram responsáveis pelas primeiras invasões e os que mais se destacaram nestas. Isolados da cultura mediterrânea em suas terras na Europa Setentrional, não haviam deixado ainda a agricultura seminômade e o pastoreio. Viviam em pequenas aldeias, dedicavam-se à agricultura, à criação de animais, à caça e à pesca; possuíam um artesanato rudimentar e praticavam o comércio de troca de produtos. A união de várias aldeias formava uma tribo, cujo chefe, o Koenig (rei), tinha por principal função a guerra. Nos períodos de paz, seu poder era limitado por um Conselho, constituído pelos chefes das aldeias. Os germanos eram dotados de alta estatura, olhos azuis e cabelos louros. Vestiam-se com peles de animais e tecidos grosseiros; moravam em cabanas rústicas. Sua religião era politeísta com os deuses ligados às forças da natureza. Não conhecendo a escrita, estavam ainda na pré-história.

Os principais povos germânicos foram: os francos, estabelecidos nas margens setentrionais do Reno; os saxões, localizados às margens do Mar do Norte; os vândalos, estabelecidos às margens do Mar Báltico; os visigodos, ocuparam as regiões do baixo Danúbio; os ostrogodos, dominavam as terras localizadas ao norte do Mar Negro; os suevos, encontrados às margens do rio Elba; os anglos; os lombardos, localizados na região atravessada pelo rio Oder.

Os godos eram os mais civilizados dos germanos, pelo contado constante mantido com o mundo romano. Desde muitos séculos os germanos constituíam um perigo para os romanos. No séc. I a.C., Mário teve que combate-los e Júlio César enfrentá-los para fazer do Reno a fronteira da Gália. Augusto pretendeu conquistar a Germânia, a fim de resolver de maneira radical o grande problema, mas fracassou, fazendo com que os imperadores que o sucederam adotassem uma política defensiva, limitando-se a consolidar a fronteira do Reno e do Danúbio, através da construção dos limes (muralhas). Tais medidas não impediram as infiltrações pacíficas dos germanos no mundo romano, na qualidade de escravos, colonos, soldados; em certos casos, tribos inteiras obtinham permissão de se fixarem nas terras do império, como federados. Assim o mundo romano sofreu uma lenta barbarização, antes mesmo das grandes migrações do séc. IV. Tal fato contribuiu para debilitar a própria defesa do Império, quando no final daquele século começaram as invasões violentas, que haviam de se prolongar por mais de cem anos.

O deslocamento das tribos germânicas, do norte para o sul da Europa, é em grande parte explicado pelo crescimento de sua população, fato que levou aqueles povos a procurar territórios com terra fértil e um melhor clima. A principal causa das grandes invasões sobre o mundo romano foi o deslocamento para a Europa dos povos tártaro-mongóis (dos quais destacaram-se os hunos), provenientes da Ásia Central. Os godos foram os primeiros a sofrer o impacto dos hunos: os ostrogodos submeteram-se, mas os visigodos atravessaram o Danúbio (376 d.C.) em busca de proteção. Os romanos lhes concederam terras nos Bálcãs em troca de serviços militares. Em 378 d.C. os visigodos revoltaram-se e na Batalha de Andrinopla derrotaram os romanos. Teodósio, hábil político, aceitou-os como federados instalando-os na Dácia, dando-lhes autonomia e admitindo seus chefes em sua própria corte. Alguns anos após sua morte, os godos ocupam o Império do Oriente. Para afastá-los de Constantinopla, os romanos têm que lhes pagar forte tributo. Em 410 d.C., sob a liderança de Alarico, os visigodos abandonam os Bálcãs e invadem a Itália, onde apoderam-se de Roma. Após a morte de Alarico, sob o comando de Ataulfo, os visigodos abandonam a Itália devastada e invadem a Gália. Em 413 d.C. e não recebendo os víveres prometidos pelos romanos, devastam toda a região. A Aquitânia e o norte da Península Ibérica são ocupados em 414 d.C. Neste período mais de cem mil germanos invadiram o Império pelo norte, cruzando o Reno e os Alpes: suevos, alanos e vândalos arrasaram tudo que encontravam no caminho, devastaram a Gália e passaram à Península Ibérica, onde enfrentaram os visigodos.

Os vândalos ocuparam a Andaluzia e passaram à África, tomando Cartago e as ilhas do Mar Tirreno. Senhores de poderosa frota, devastaram e saquearam Roma em 455 d.C. A grande invasão de 406 d.C. possibilitou o estabelecimento de várias tribos germânicas em regiões desguarnecidas do Ocidente Romano: os anglos e os saxões estabeleceram-se na Inglaterra, os burgúndios ocuparam as margens do Saona, os alamanos se radicaram na Alsácia. Neste momento, os hunos, após terem destruído o “Império” dos ostrogodos, marcharam para o oeste, estabelecendo-se, provisoriamente, na região do Danúbio, tomando toda a região, de onde se voltaram para o ocidente em 450 d.C. À frente de um numeroso exército, Átila destrói Metz, Reims, Troyes, partindo para o sul, onde ocupa Orleans, na porta meridional da Gália.

Alanos, burgúndios, francos e visigodos, sob a liderança de Aécio e Teodorico, defendem o Ocidente. Este exército bárbaro-romanizado retoma Orleans e força Átila a se voltar para o noroeste. A partir de então, os bárbaros tomam plena consciência de sua força no Baixo Império: enquanto o governo imperial agoniza no ocidente, eles o sucedem. Em 476 d.C. Odoacro, chefe de mercenários bárbaros, a serviço de Rômulo Augústulo, imperador de Roma, depõe o próprio imperador, solicitando do governo de Constantinopla a autorização de governar a Itália. Entretanto, quem dominou a Itália foi Teodorico, chefe dos ostrogodos, que à frente de seu povo estabeleceu-se na Península e fundou um novo reino em 493 d.C. Em princípios do séc. VI o que fora o Império Romano do Ocidente tornou-se um mosaico de pequenos reinos bárbaros: o dos visigodos, na Península Ibérica; o dos ostrogodos, na Itália; o dos vândalos, no noroeste da África; o dos francos, na Gália; os dos anglo-saxões na Inglaterra; o dos burgúndios, na média e alta bacia do Rio Ródano.

As últimas migrações dos germanos verificaram-se na segunda metade do séc. VI, quando os lombardos, pressionados pelos ávaros (povos das estepes asiáticas), buscam refúgio na Itália. Conduzidos por Alboim, os invasores dominam as cidades do norte da Itália, tornando-se senhores da Planície do Pó e da Toscana em 576 d.C.; infiltraram-se mais tarde para o sul, tomando as regiões de Espoleto e Benavento; em 602 d.C. conquistam Pádua; em 640 d.C. Gênova; em 675 d.C. Tarento; formaram assim o Reino Lombardo.

As conseqüências das migrações bárbaras e seu estabelecimento no Ocidente foram profundas. A ruptura da paz romana teve resultados desastrosos nos planos político, social, econômico e cultural. Na ordem política, as migrações provocaram a destruição do Império Romano do Ocidente. Sob o ponto de vista econômico, as transformações também foram consideráveis: as guerras contínuas e a falta de segurança provocaram a paralisação do comércio e declínio das cidades com a fuga da população para o campo; o uso da moeda tornou-se raro; ocorre a volta à economia agrícola. Sob o ponto de vista cultural, a regressão foi sensível: embora vitoriosos, os guerreiros germanos custaram a assimilar a civilização romana. Constituíram a classe dominante, formando uma aristocracia militar, que não podia adaptar-se à vida intelectual e artística romana. Imitavam a forma de vida dos vencidos, embora modificada pela contribuição devida as suas respectivas culturas.

Pouco a pouco se foi realizando nos reinos bárbaros uma ressurreição dos costumes e tradições romanas. Ao lado da civilização romana que tendia a renascer, subsistiram, sobretudo durante os primeiros séculos da Idade Média, os costumes dos conquistadores. Difundiu-se no Ocidente, um novo tipo de civilização, com elementos herdados de Roma e outros provenientes dos germanos; a maior ou menor romanização dependia da profundidade da ocupação anteriormente realizada por Roma. A Igreja, através da conversão, contribuirá para a aproximação e fusão das populações do Ocidente. Ela será a herdeira da civilização latina; em dois séculos de constantes esforços imporá a todo o Ocidente a unidade católica e a língua latina, dois elementos fundamentais da civilização romana, herdados pelos bárbaros.

A maioria dos reinos bárbaros teve vida curta.

Fontes

BIBLIOTECA DO ESTUDANTE MODERNO. Difusão Cultural do Livro. Volume 3. História Geral. Bloco 5. Capítulo 2. Págs. 16 a 18. São Paulo: 2000.
ENCICLOPÉDIA DELTA UNIVERSAL. Volume 2. Págs. 1150 e 1151. Editora Delta S.A. Rio de Janeiro: 1980.

ENCICLOPÉDIA BARSA. Encyclopaedia Britannica Editôres. Volume 3. Págs. 35 a 38. Rio de Janeiro, São Paulo: 1971.


Por Nilton Cezar Ribeiro