sábado, 24 de setembro de 2011
Imperialismo
domingo, 11 de setembro de 2011
Golpe Chileno
Em 1970, Salvador Allende foi eleito presidente no Chile, apoiado pela Unidade Popular, uma coligação política dos comunistas e partidos de esquerda.
Os EUA arriscaram desestabilizar a economia naquele momento do que perder investimentos futuros por causa de uma economia planificada, ou seja, uma ação contra o socialismo asseguraria a pelo menos a existência da economia de mercado no Chile. Essa ação dos EUA oficialmente foi camuflada por causa dos Acordos de Yalta, contudo, internamente era legitimada pela Doutrina Truman. terça-feira, 6 de setembro de 2011
Independência do Brasil
O dia oficial da independência foi 07/09/1822, mas essa independência foi um processo que ocorreu na estrutura da sociedade e se deu pelos interesses dos latifundiários, da burguesia inglesa e da classe média.sábado, 3 de setembro de 2011
Primeiro Império
domingo, 14 de agosto de 2011
Revolução Praieira

sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Revolução Constitucionalista de 1932
De fevereiro a julho de 1932 ocorreram diversos ats públicos na cidade de São paulo contra o governo provisório de Getúlio Vargas. Acima manifestação popular de apoio a Revolução Constitucionalsita.
Logo que eclodiu o movimento militar contra Getúlio em São Paulo, organizou-se um corpo combatente de voluntários de cor (na época isso queria dizer pretos e pardos). Esse batalhão tomou o nome de Legião Negra.
Sargento João Bougouldt e o piloto civil Mourão de Oliveira. Participaram de missões aérea jogando folhetos sobre o Rio de Janeiro.quarta-feira, 13 de julho de 2011
Origem do Terceiro Mundo
A URSS apoiou essa descolonização porque queriam a libertação dos povos do jugo imperialista. Os EUA
apoiaram essa descolonização porque esses novos países abriam mercados para os produtos americanos, lucro certo para o capitalismo. O fascismo estava em baixa e a ONU apoiou as independências por questão de libertação política.
Em muitos países houve conflitos sangrentos, luta do povo pela independência.
Ao lado foto da Conferência de Bandung.
Terceiro Mundo
Os países da África e Ásia que ficaram independentes, até conseguiram representantes na ONU, mas continuavam dependentes economicamente dos países ricos.
Em 1955 na CONFERENCIA DE BANDUNG, representantes de vários países de todos os continentes afirmaram a existência do Terceiro Mundo. O Primeiro Mundo eram os países capitalistas ricos. O Segundo Mundo eram os países socialistas. O Terceiro Mundo era o resto dos países, que eram todos pobres e dependentes economicamente.
O Terceiro Mundo não queria participar da Guerra Fria, combatiam o racismo, o subdesenvolvimento e queriam cooperação internacional.
Esses países eram diferentes entre si. Índia e China já tinham mais autonomia em relação ao resto. Argentina, Brasil, México eram mais industrializados. Cuba era socialista e tinha um desenvolvimento social muito bom. Mas todos eram pobres e dependiam economicamente de outros países.
Na África, os colonizadores europeus destruíram a agricultura tradicional africana para implantar latifúndios ligados à exportação. Com a descolonização, os latifúndios permaneceram, faltando alimento para os pobres. A presença de latifúndio em qualquer sociedade é geradora de desigualdade social.
Os europeus também dividiram os territórios africanos na colonização sem levar em consideração as populações que lá viviam. Isso trouxe crises étnicas e culturais, pois muitas populações eram rivais e ficaram no mesmo país.
Por isso, a África vive tantos conflitos internos hoje.
O caso da Índia é ímpar, diferente de todo o mundo.
Esta foi a principal colônia da Inglaterra e lutou de forma pacífica para conseguir sua independência.
Liderados por Gandhi, protestavam contra o domínio inglês através da desobediência civil.
Já a China era um país de miseráveis e de alguns ricos ligados aos investidores estrangeiros.
Na década de 1920 a China era governada pelo Kuomitang (Partido Nacionalista).
O Partido Comunista era perseguido. Em 1921 fizeram a LONGA MARCHA de 6 mil KM, liderados por Mão Tse-tung, fugindo do Kuomitang, que desejava exterminar o comunismo do país.
Contudo, em 1937 o Japão queria dominar a China. Foi aí que o Partido Comunista e Kuomitang se uniram para impedir o avanço japonês.
Terminada a 2º Guerra, a população deu crédito aos comunistas, que tomaram o poder em 1949. Devido a Guerra Fria, Stalin não apoiou a tomada dos comunistas. Tratados como os Acordos de Yalta barraram o apoio soviético a qualquer revolução socialista que se sucedesse.
No poder, Mao Tse-tung fez reforma agrária, investiu em educação e estatizou empresas.
URSS e china tiveram divergências na década de 1960. O dirigente soviético, Krushev, defendia uma coexistência pacífica, mas Mao Tse-tung queria uma guerra mundial entre socialismo e capitalismo. Os dois países romperam ligações.
Outro conflito que envolve países de Terceiro Mundo é o caso Israel X Palestina.
Vários países do Oriente Médio haviam ficado independentes após a 2º Guerra. O movimento sionista pregava a volta dos judeus a Palestina, pois eles tinham habitado a região parte da Antiguidade (2.000 anos atrás). Mas os árabes palestinos habitavam a região, também desde a Antiguidade.
Depois da 1º Guerra, a Inglaterra dominou a Palestina e facilitou a entrada dos judeus na região.
Em 1948, a ONU dividiu o território em dois: Palestina (para os árabes) e Israel (para os judeus).
Na realidade, os judeus são um ponto de apoio para os capitalistas (principalmente os EUA), pois o Oriente Médio tem petróleo.
Os árabes não aceitaram Israel e por isso há constantes conflitos na região. Assim que Israel foi criado, foi atacado por Líbia, Egito, Iraque, Síria e Jordânia. Os EUA apoiaram Israel, que venceu e tomou mais 75% do território palestino.
Os árabes atacaram Israel na Guerra do Suez (1956), na Guerra dos Seis Dias (1967) e na Guerra do Yom Kippur (1973). Mas Israel venceu todas e os palestinos praticamente ficaram sem pátria.
Os palestinos lutam até hoje pela terra que lhe fora retirada, pois Israel recebe dinheiro dos EUA e até tem uma boa economia, enquanto os palestinos sofrem sérios problemas sociais.
Atualmente, não se usa mais o termo países de terceiro mundo oficialmente. Alguns são chamados de países em desenvolvimento, como é o caso do Brasi e Índia e outros de países subdesenvolvidos, como o é o caso da Etiópia, por exemplo. Mas na realidade, mudou-se somente os termos. Os países ricos capitalistas nunca pagaram pela desestrutura que causaram na África, Ásia e América Latina.
“Justa, na verdade, é a guerra quando necessária, e piedosas as armas quando apenas nelas se encontra a esperança.” (Nicolau Maquiavel)
“Olho por olho o mundo acabará cego” (Mahatma Gandhi)
Prof. Yuri Almeidaquarta-feira, 15 de junho de 2011
Brasil de 1930 a 1934: Direitos Trabalhistas
próprio termo “Revolução” é contestado por alguns historiadores para designar o movimento de 1930, o qual leva Getúlio Vargas ao cargo de chefe do Governo Provisório do Brasil. Segundo Sousa (S/D) e dentro da corrente marxista, um ato verdadeiramente revolucionário é aquele em que há uma verdadeira inversão nos pontos que sustentam determinada estrutura social.
Como garantia de sua legitimidade no poder, o novo governo – 'o revolucionário' – vê a necessidade do apoio das massas, para que estas reconhecessem o movimento como o meio legal de se estabelecer a ordem, política e econômica no país.A Crise de 1929 que abalou o mundo, deixou grandes efeitos colaterais na vida econômica e financeira do Brasil. As dificuldades sociais perante a uma crise política pela qual passava o país, somada à Grande Depressão, colocava em risco os projetos 'revolucionários' do novo governo. Assim como na Europa, ações totalitárias se fazem presente no Brasil. Como prova disso, é fechado o Congresso Nacional, as casas legislativas dos estados, as Câmaras municipais e os atos governamentais ficam suspensos de qualquer apreciação judicial. Nos estados e nos municípios são instituídos os interventores, que passam a exercer a função de chefe do poder executivo. Com isso o governo pretenderia excluir todo o jogo político vigente na República Velha e instituir uma nova ordem política.
Já aos que puderam se beneficiar dos direitos trabalhistas tiveram de abrir mão de seus direitos civis, no que concerne o direito livre a organização. Os sindicatos ficavam sob o controle estatal, assim jamais manifestações impróprias às ideias governamentais se colocariam como movimentos de mobilização social."A consolidação do governo central à custa dos interesses locais e estaduais tornou-se a pedra de toque de sua administração. Sob alguns aspectos, porém, pouco mudou durante os primeiros sete anos de Vargas como chefe de Estado. Seus decretos propiciando benefícios aos assalariados foram muito além das leis limitadas e raramente cumpridas da República Velha, mas não foram devidamente implementados, sobretudo fora do Rio de Janeiro. A legislação social e previdenciária custara ao país a liberdade individual. Os trabalhadores tinham de levar consigo carteiras de trabalho, o que permitia aos patrões e à polícia pôr na lista negra qualquer um metido em confusão por ativismo ou participação em greves. (LEVINE, 2001, p. 72) "
Conclui-se no entanto que os direitos, ditos 'sociais', funcionavam como uma contraprestação entre o Estado, os trabalhadores urbanos e os patrões. Greves são vistas como uma manifestação social a fim de produzir um bem comum a uma determinada classe, porém, quando esta parte do setor privado, no contraditório ao objetivo do bem comum é um empecilho à economia. Assim o governo procurou atuar como árbitro das questões sociais, sem ouvir os envolvidos e os verdadeiros merecedores da questão.
Referências Bibliográficas
LEVINE, Robert M. PAI DOS POBRE? O BRASIL E A ERA VARGAS. Companhia das Letras. São Paulo: 2001.
Prof. Hugo F. C. Faco
domingo, 29 de maio de 2011
1ª Guerra Mundial
O motivo da 1º Guerra não poderia ser outro: econômico. Os países imperialistas desejavam novas áreas de mercado para obterem mais lucro.
No final do séc. XIX os monopólios capitalistas cresceram tanto que queriam explorar além do mercado nacional, ou seja, empresas da Inglaterra, EUA, França e outros países queriam explorar o mercado de áreas
fora de suas fronteiras.
Países europeus começaram a explorar a economia na Ásia e África. Os EUA exploraram a América Latina e o Japão avançou sobre a Ásia.
Esses países competiam para dominar mais colônias. Para ampliar mais áreas de exploração capitalista, esses países entraram em conflito armado, que foi a 1º Guerra.
Disputa entre Inglaterra e Alemanha
O capitalismo inglês era o mais desenvolvido. No começo do séc. XX a indústria alemã cresceu. Produzia-se mais que a Inglaterra, com mais qualidade e produtos mais baratos – muitos mercados preferiram as mercadorias alemãs, reduzindo o mercado inglês.
Os empresários ingleses queriam acabar com a Alemanha e os empresários alemães desejavam a queda da Inglaterra. A população foi convencida da necessidade de uma guerra.
A Alemanha era um país novo, nascido em 1871 após a guerra Franco-Prussiana. A Inglaterra não aceitava perder mercado para uma nação com uma história política tão recente.
Revanchismo francês
Devido derrota na guerra Franco-Prussiana em 1871, a França teve que ceder o território da Alsácia-Lorena para a Alemanha, região rica em carvão e ferro. Os franceses desejavam revanche, para tomar de novo a região para si.
Essa revanche era ensinada até mesmo nas escolas públicas francesas. Os franceses não aceitavam que tal território ficasse em mãos germânicas.
Alemanha e Itália
Alemanha e Itália surgiram como Estados Nacionais só em 1871. A Inglaterra e França já tinham colônias na África e Ásia. Por isso, desejavam também ter colônias para fortalecer sua economia. A Itália tem um território pequeno e somente a exploração de outras economias poderiam alavancar a disputa econômica com os países ricos.
Disputa dos Bálcãs
A Áustria era um império que reunia vários povos eslavos como: sérvios, tchecos, eslovacos, eslovenos, croatas e poloneses; e não-eslavos como os húngaros – formavam o Império Austro-Húngaro.
Esses povos eslavos sentiam oprimidos pelo Império e queriam independência. Rússia também era um império, mas de origem eslava. Queriam controlar todos os povos eslavos.
Assim, a Rússia promoveu o PAN-ESLAVISMO, que tinha o objetivo de reunir todos os povos eslavos.
Início da 1º Guerra
O governo da Sérvia incentivava a luta contra o Império Austro-Húngaro.
As potencias mundiais abasteciam de armamentos se preparando para conflitos.
A Bósnia era dominada pelo Império Austro-Húngaro, mas também queria independência.
O arquiduque austríaco Francisco Ferdinando visitou Sarajevo, capital da Bósnia, para demonstrar seu domínio – assim foi assassinado por um grupo libertador.
A Áustria culpou a Sérvia pelo atentado e lhe declarou guerra. Em resposta, a Rússia declarou guerra à Áustria. A Alemanha ficou do lado da Áustria. A França e a Inglaterra aproveitaram e declararam guerra a Alemanha.
Alianças Militares
Tríplice Entente: França, Inglaterra e Rússia. A Rússia queria acabar com a Áustria por causa do pan-eslavismo e porque Alemanha queria construir uma estrada de ferro de Berlim a Bagdá (Iraque) para transportar petróleo. Romênia apoiou este grupo.
Tríplice Aliança: Alemanha, Itália e Áustria. Itália depois passou para o lado da Entente. Bulgária e Turquia ficaram neste grupo.
O Japão tomou algumas colônias da Alemanha, mas depois se retirou do conflito.
EUA
Os EUA vendiam alimentos, combustível e máquinas para a França e Inglaterra.
Se a Entente perdesse a guerra, França e Inglaterra ficariam sem dinheiro para pagar os EUA.
Em 1917 Rússia saiu da guerra por causa da Revolução Socialista. No mesmo ano, os EUA entraram na guerra e ajudaram a Entente a vencer.
Houve 9 milhões de mortes nas trincheiras da guerra. Claro, todo número exposto nos livros, quando se trata de guerra é relativo.
EUA tornam o país mais rico do mundo. Afinal, não houve conflitos em seu território e ainda tinha dinheiro para receber da Inglaterra e França.
O Império Austro-Húngaro se fragmentou, surgindo: Hungria, Tchecoslováquia, Polônia e Iugoslávia.
Com o TRATADO DE VERSALHES, os vencedores impuseram penalidades à Alemanha, que perdeu suas colônias, teve que pagar indenização aos vencedores e não poderia ter armamento pesado.
EM 1919 foi criada a LIGA DAS NAÇÕES, que era uma assembléia para pacificar conflitos.
“Quando elefantes brigam, o capim é esmagado.” (Provérbio cambojano)
Prof. Yuri Almeida

























