D. Pedro I renunciou ao trono em favor de seu filho
Pedro de Alcântara, mas este tinha apenas 5 anos de idade. Assim, o Brasil
ficou sendo governado por regentes de 1831 a 1840. Esse foi o Período Regencial.
A constituição continuou sendo a de 1824, que foi
legítima até o fim da monarquia. O regente era escolhido pela Assembleia Geral
(deputados e senadores). No início teve três regentes, mas depois decidiram por
apenas um.
No período regencial, a Assembleia teve muito poder,
pois os regentes dependiam dela para governar. Lembrando que a Constituição de
1824 estabelecia o poder moderador. Como não havia imperador, esse poder ficava
suspenso, dando forças ao poder legislativo.
Foi um período de instabilidade política, havendo
muitas rebeliões pelo país.
O Brasil era dominado pelos latifundiários, que eram
donos de escravos. Não havia respeito à cidadania dos brasileiros.
O Unitarismo centralizava o poder. As províncias mais
afastadas do sudeste queriam o FEDERALISMO, que é autonomia as províncias para
eleger seus governantes e instituir seus impostos e leis.
Partidos
Políticos
Havia 2 partidos políticos: “Liberais Moderados” e
“Liberais Exaltados”.
Os Moderados aceitavam uma pequena descentralização do
poder. Eram ligados aos latifundiários do sudeste. Como eram beneficiados pela
política imperial, não desejavam grandes mudanças.
Os Exaltados eram federalistas, queriam grande
descentralização do poder e eram ligados as províncias mais distantes, que na
práxis política eram esquecidos pelo Império. Eles apoiaram muitas revoltas.
Ato Adicional
de 1834
Aprovado pela Assembleia, o Ato Adicional era um
conjunto de leis que criava as assembleias provinciais, o que dava um pouco
mais de autonomia as províncias.
Era o nascimento do que conhecemos hoje como
poder legislativo estadual, as assembleias legislativas.
Os Exaltados queriam mais autonomia ainda.
Guarda
Nacional
Já no início da Regência houve revoltas populares.
Para impedir as manifestações populares, criaram a Guarda










