
Diplomata e revolucionária soviética (1872-1952) no período de administração de Josef Stalin. Kollontai foi a primeira mulher embaixadora no mundo.
Nasceu em Peterburgo, filha de um general. Participou de movimentos revolucionários desde 1890. Em 1906 se juntou aos mencheviques. E em 1915 se tornou membro do Partido Comunista. Viajou com delegações do Partido Social-Democratico dos Trabalhadores na Rússia, participando de congressos em Stuttgart (1907), Copenhagen (1910), Basel (1912). Passa pela Inglaterra, Alemanha, Itália, Dinamarca, França, Suécia, Noruega, EUA...
Durante a primeira guerra mundial enfrentou detenções e deportações devido a sua campanha antimilitarista.
Em março de 1917 voltou a Rússia. Foi incluída no Comitê Executivo do Soviet de Petrogrado, na parte de organização militar dos bolcheviques.
Era uma oradora talentosa, falava com grande desenvoltura entre soldados e marinheiros. Teve participação ativa na preparação para a rebelião armada de outubro.
Depois da Revolução se tornou Comissária do Povo.
Em 1918, resolve apoiar a continuidade da Rússia na Primeira Guerra Mundial, só que modificando a guerra imperialista por uma guerra comunista. Sendo assim, abandonou o Conselho de Ministros. Mas, mais tarde reconheceu ter tomado uma posição errada.
Em 1920 foi chefe da seção feminina do Comitê Central. Nos anos de 1920 e 1921 foi participante do grupo “oposição dos operários”.
Ainda em 1921 e em 1922 participou do Secretariado Feminino Internacional do Comintern.
Desde 1923 foi representante plenipotenciário e comercial da URSS na Noruega. Depois disso foi também no México, novamente na Noruega e depois na Suécia.
Em 1945 se torna conselheira do Ministério dos Assuntos Exteriores da URSS. Foi autora de livros e artigos sobre o movimento revolucionário feminino.
Morreu em 9 de março de 1952.
Quem sabe em breve o Brasil terá uma mulher no comando. Temos sensibilidade...
ResponderExcluirLucia Fatus de Rondonópolis